Plenitude
Flá, lindinho! Ainda embevecida pela nossa tarde. Ainda plena de tua
companhia, teu amor.
Ainda em êxtase das delícias que vivemos e ainda, te tendo dentro de
mim, exalo teu cheiro.
Sinto tuas mãos em meu corpo e uma imensa alegria em meu coração.
Saibas, que quando da nossa casa te vais, levas meu coração e deixas o
vazio da enorme saudade...
mas, também deixas lembranças e marcas inapagáveis, que me ajudam
suportar tua ausência, até o próximo encontro, até a próxima emoção.
TE AMO!
Blogagem coletiva: Paz
SER, SEM SER NADA
Eu não sou nada, sou ninguém.
Sou barco sem rumo, sem vela, no tempo
no espaço do além.
Sou filha do vento, sou ventania,
que parte do nada, não chego, nem saio
sou uma porcaria.
Sou um vaso quebrado, sou caco.
Sou toda fracasso, sou nojo, sou asco.
Um buraco vazio, permeio.
Sou tudo de mau, nem me agüento
que chata, vazia, babaca, nem penso,
sou um tormento.
Sou poeira, sou pó.
Fragmento de vida, sem aura, perdida,
confusa e aflita, estou só.
Sou molambo, sou trapo, nada sou,
nada faço e no mundo que passo,
perdida estou.
Outras pessoas conheci.. Refiz-me em outros braços. Em outros beijos me perdi, por tantos rumos criei laços.
Anos que demoravam passar, Sonhos, que nem com o tempo perdi. Vida que não queria encarar, beijos que jamais esqueci.
Foram lições diferentes vivencias que trouxeram dor. Deixaram rastros evidentes, que jamais esqueci teu amor.
Pela mão do destino, te reencontrei, algumas palavras, um beijo, um olhar; estou contigo novamente... Hoje, meu caminho refaço, Em teus braços me abrigo, me enlaço; Percebi, que te amo eternamente!
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