Ao chegar ao teu jardim
no orvalho vi, tua imagem refletida.
Na beleza singela do jasmim,
o aroma da tua flor preferida.
Fitei-a e num tom inquietante
perguntei a essa flor;
por que habitas nessa campa,
onde dorme, meu amor?
Como resposta, a atrevida,
aquela florzinha, entristecida
fitou-me e disse com doçura:
aqui guardo, este anjo de ternura...
Mãe! Neste mês de seu aniversário,
lembrei... como você gostava
da casa cheia e a felicidade
ao ver seus filhos reunidos.
Ficou a saudade, minha eterna lembrança!
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