A arte, o amor e a vida

A arte é um meio de vida,

uma forma de expressão.

A arte é um vaso de barro,

Um instrumento tocado,

um pincel na mão.

A arte é um sapateado,

uma dança de rosto colado,

uma busca da perfeição!...

A arte é um eterno canto,

que traz sempre um encanto,

em toda composição.

A arte que traz no interpretar,

a arte de saber viver

e a arte que faz sorrir,

também inspira o sonhador,

a arte do amor.

A arte que traduz numa tela,

um desenho sedutor;

pinta o belo, o surreal,

e o impressionismo,

do mundo em desamor.

Beijar também é arte

morrer amando faz parte,

pra renascer no paraíso,

nos braços do amor.

A arte que compõe, dança,

pinta, rabisca, canta,

modela, interpreta

e se encanta,

é a mesma arte,

que dentre tantas

ensina a refazer a vida

e traz a luz da razão,

em poemas e prosas,

a mais pura emoção,

de amar e ser amado

em todas as suas formas.

Meu eterno amado
Entre nuvens eu brinco
e em seus braços, sorrio.
Vivo o que jamais vivi,
sinto o que nunca senti.

Anjos que tocam harpas,

luas que espalham sonhos,

sereias que ao longe cantam,

corações amantes se encantam.

Sois que aquecem a vida,

mares que trazem esperanças.

Ternuras intensamente vividas

encontro de almas conhecidas.

Olhares que se cruzam

nas carícias e desejos,

sonhos entrelaçados,

por corações apaixonados!...

Canto a eterna emoção,

canto um amor sem fim...

Aos cinco anos a seu lado,

meu doce e eterno amado.

Meu Flá, te amo!

Meu Flá,

Durante os anos de saudade,

amei você em meus sonhos,

e no silêncio da minha paixão

lhe guardei no coração.

Sua Lú

Meu doce Flá

Ah!, o amor...

adorado em poemas,

em todos os fonemas,

que durante anos

foi tão sonhado!...

Fervilha a paixão,

sublime amor,

quase perfeição!

Amor, de todos os versos,

todos os encantos,

todas as luas,

todas as marés.

Que vive em meu coração;

no ar que respiro,

nos meus sonhos,

nos meus desejos

e em todos os meus verbos,

de qualquer conjugação.

Obrigada meu docinho!

Por existir em minha vida;

por tanta felicidade,

por todo carinho,

por toda cumplicidade!

Dorme poeta!

Dorme poeta!

Porque diante das superficialidades grotescas da humanidade,

os seus doces poemas, parecem até surreais.

Dorme poeta!

Sonha com o mundo cheio de cor, pois assim,

seus belos sonhos, traduzem beleza e amor, em tons naturais.

Dorme poeta!

Porque enquanto seu canto encontra guarida, nos corações apaixonados;

a criança sorri, o homem se encanta, a mulher tem esperança!

Dorme poeta!

Porque nos gestos cortês, de pequenos atos, é que se mantêm vivos:

a flor e o amor. E essa mensagem, o mundo alcança.

Dorme poeta!

Divague na emoção, mesmo acordado; embale os sonhos

dos apaixonados e leve um sonho, a esse mundo tão desencantado!...

Dorme poeta!

Traz a luz do sol, o encanto, a magia da lua e o cintilar das estrelas,

mostre em sua poesia, que assim, tudo será transformado.

Dorme poeta!

Descanse os olhos, que em lágrimas escrevem; as dores do mundo e

o canto das fadas, que trazem esperança de ver tudo mudado...

Dorme poeta!

Porque os seus sonhos, não só escrevem, mas transformam em letras,

histórias de amores profundos.

Dorme poeta!

Pois sem os sonhos, o que há de ser da vida, escrevendo apenas;

o caos, o desencanto e a frieza da razão?

Dorme poeta!

Sonhe, ainda que acordado, viaje em seus devaneios

alce vôos intermináveis, siga a intuição...

por que ser poeta?... é viver no limite da emoção!

A todos os amigos do blog e ao meu poeta maior; meu doce amor, Flá.

Todos os que sonham com um mundo

menos violento, com mais união!

Sonho e sedução

Amor sonhei cosigo esta noite.

Era em um lugar lindo,

distante desse mundo.

Você me esperava,

vestido de amor,

e a coroa de rei

o meu lindo rei.

A lua reluzia,

o céu encantava.

Cheguei toda brilhante,

com um traje elegante

o seu preferido;

num véu esvoaçante.

De salto alto,

feliz e sorrindo.

Uma coroa de rainha,

a sua rainha.

Tomando-me pela mão

conduziu-me ao som da canção.

Dançamos agarradinhos,

trocamos carinhos;

um sonho de sedução.

Tirou-me o véu,

tirou a coroa de rainha

ao meu ouvido sussurrou;

só minha!...

E eu lhe fiz meu amor,

meu doce tesão.

Em seu olhar me perdi,

em seu beijo viajei,

senti os pés fora do chão

e nas carícias desvairadas,

no encanto da noite enluarada,

nos sussurros em frenesi,

em êxtase, em seus braços,

loucamente, me perdi.

Agradeço aos meu amigos,

que sempre me encantam com carinhos,

em forma de selinhos...

Quero dividir com vocês, que são tão queridos.

Pelos caminhos da vida